Para acertar mais, leia a pergunta até ao fim, perceba o que se pede, elimine as opções claramente erradas e escolha entre as que sobram. É uma técnica que se treina.
Passo 1: perceber o que se pede
Antes das opções, responda mentalmente: o que me estão a perguntar? Quem tem prioridade? O que é permitido? Qual a velocidade? Se tiver a resposta na cabeça, as opções confirmam-na ou desmentem-na.
Passo 2: eliminar
Normalmente há opções que se afastam logo do bom senso e da segurança. Riscá-las mentalmente reduz o problema a duas opções, e a escolha final faz-se com mais calma.
Passo 3: desconfiar do que é absoluto
«Sempre», «nunca» e «em qualquer caso» raramente estão certos numa matéria cheia de exceções. Não é uma regra infalível, mas é um bom sinal de alerta para reler com atenção.
Passo 4: imaginar a cena
Veja a situação como se estivesse ao volante, com os outros veículos, o sinal, o piso e a visibilidade. Muitas perguntas ficam fáceis quando se percebe o risco que a regra quer evitar.
Quando a dúvida persiste
Escolha a opção mais prudente e segura, assinale a pergunta e avance. Se sobrar tempo, volte a ela com a cabeça fresca. E, depois do treino, vá à fonte ler a regra, para que a próxima vez a resposta venha da compreensão e não da sorte.
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